ROV FIFISH E-Master Navi no píer antes da inspeção subaquática

Inspeção subaquática

Inspeção subaquática com ROV: estruturas, cascos, dutos e barragens

A inspeção subaquática com ROV (veículo operado remotamente) substitui o mergulhador na etapa de observação: o veículo desce com câmera, iluminação e, quando o serviço pede, sonar, e o piloto acompanha tudo em tempo real da superfície. O resultado é um registro em vídeo e imagem que pode ser revisto, medido e comparado com inspeções anteriores da mesma estrutura.

O ROV faz sentido quando a estrutura é extensa, a profundidade ou a corrente tornam o mergulho lento e arriscado, ou quando o cliente precisa de um registro georreferenciado e não apenas de um relato verbal. Há situações em que o mergulhador continua sendo a escolha certa, por exemplo quando é preciso tocar, limpar ou reparar. Explicamos os critérios em ROV vs mergulhador.

Serviço

O que inspecionamos com ROV

O ROV cobre a maior parte das inspeções visuais que antes exigiam mergulho. A lista abaixo reúne os tipos de estrutura que atendemos com mais frequência. Se a sua estrutura não estiver nela, envie a descrição e avaliamos a viabilidade.

Imagem subaquática do ROV: hélice e rabeta de embarcação com incrustação.

Como funciona a inspeção

Começamos pelo planejamento: recebemos desenhos, inspeções anteriores e a lista de pontos de interesse, e definimos com o cliente o que precisa ser registrado e em que ordem. Nessa etapa também avaliamos acesso ao local, corrente, visibilidade esperada e restrições operacionais, como tráfego de embarcações ou operação da usina.

Em campo, o ROV é lançado a partir de píer, embarcação ou margem, e cada trecho inspecionado é associado a uma posição. Usamos GNSS na superfície e, quando a profundidade ou a geometria pedem, posicionamento acústico, para que a posição de cada anomalia possa ser recuperada depois e comparada em inspeções futuras.

A aquisição inclui vídeo contínuo, imagens estáticas dos pontos relevantes e, quando a visibilidade é baixa ou a estrutura é grande, sonar de imagem para orientar o piloto e documentar a geometria. Ao final, os dados são revisados, as anomalias são classificadas e o relatório é assinado por responsável técnico.

ROV QYSEA FIFISH E-Master na água ao lado do casco do USV Hi-Target iBoat BS15.

ROV QYSEA FIFISH: capacidades

Operamos ROVs QYSEA FIFISH nas configurações E-Master Navi e X1. O E-Master opera até 200 m de profundidade, o que cobre cascos, estruturas portuárias, barragens e a maior parte dos dutos e emissários costeiros.

O veículo é compacto e de lançamento manual, a partir de um píer, de uma margem ou de uma embarcação pequena. Isso reduz o tempo de mobilização e permite inspecionar locais de acesso difícil, como o interior de condutos e o espaço entre estacas.

Quando a inspeção exige mapeamento de área ou levantamento do fundo em torno da estrutura, combinamos o ROV com nossos USVs e sensores hidroacústicos. Detalhes do equipamento estão na página do FIFISH E-Master Navi.

ROV QYSEA FIFISH E-Master visto de cima, com os propulsores e a estrutura superior.

ROV, USV ou mergulhador: quando cada um

O ROV é a ferramenta para inspeção visual de estruturas verticais e confinadas: estacas, cascos, condutos, paredes de barragem. Ele entra onde o USV não chega e registra em vídeo o que o mergulhador só descreveria.

O USV é a plataforma para inspecionar o fundo e áreas extensas: batimetria multifeixe em torno de píeres e ao longo de trechos de duto, verificação de assoreamento em canais e bacias. Explicamos esse uso em inspeções subaquáticas com USV.

O mergulhador continua necessário quando há intervenção física: limpeza, reparo, substituição de anodo. A medição de espessura por ultrassom e a leitura de proteção catódica podem ser feitas pelo ROV FIFISH X1 com módulos de ensaios não destrutivos. Em muitos projetos o ROV faz a inspeção geral e o mergulho é direcionado apenas aos pontos que exigem contato, o que reduz horas de mergulho e risco. A comparação completa está em ROV vs mergulhador.

Setores atendidos

Atendemos operadores portuários e empresas de dragagem na inspeção de cais, dolfins e canais; concessionárias de hidrelétricas e reservatórios em barragens, condutos e vertedouros; e mineradoras em barragens de rejeito e estruturas de captação.

No setor de óleo e gás, o ROV entra em inspeção de cascos, risers e estruturas de apoio dentro do alcance do equipamento. Em cabos submarinos, verificamos pontos de aterragem, proteção e vãos. Em saneamento e meio ambiente, inspecionamos emissários, tomadas d'água e adutoras.

Entregáveis

O que você recebe

Para licitações e órgãos públicos

A WAMS (razão social W.A. Marítimos Serviços Ltda., CNPJ 51.952.954/0001-35, Rio de Janeiro/RJ) está inscrita no Cadastro de Entidades Executantes de Levantamentos Hidrográficos (CEELH) do Centro de Hidrografia da Marinha (CHM). Atendemos empresas e órgãos públicos com documentação técnica e fiscal para processos de contratação e fornecemos relatórios assinados conforme o escopo do projeto.

Executamos levantamentos conforme NORMAM-501/DHN e IHO S-44, incluindo o primeiro levantamento de Ordem Especial com USV no Brasil.

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Perguntas frequentes

Perguntas frequentes

Até que profundidade o ROV inspeciona?

O FIFISH E-Master opera até 200 m. Isso cobre cascos, estruturas portuárias, barragens e a maior parte dos dutos e emissários costeiros. Para estruturas além desse limite, avaliamos caso a caso com outras plataformas.

E se a visibilidade da água for ruim?

Visibilidade baixa é comum em portos, rios e reservatórios. Nesses casos aproximamos a câmera, ajustamos a iluminação e, quando não é suficiente, usamos sonar de imagem para orientar o piloto e documentar a geometria da estrutura. O relatório indica em que trechos o registro foi visual e em que trechos foi acústico.

O ROV consegue inspecionar dutos enterrados?

Não diretamente. O ROV registra o que está exposto: vãos livres, apoios, danos na superfície do duto. Para trechos enterrados, usamos perfilador de subfundo, a partir de USV ou de embarcação, e magnetômetro rebocado por embarcação tripulada. A inspeção com ROV e o levantamento geofísico se complementam no mesmo relatório.

Qual o prazo de mobilização?

Depende da distância até o local, do tipo de acesso (píer, embarcação, margem) e das autorizações exigidas pelo operador da instalação. O equipamento é compacto e de lançamento manual, o que encurta a etapa logística. Ao receber a localização e a descrição da estrutura, respondemos com o prazo estimado.

A inspeção atende a exigências de normas e órgãos?

O escopo é definido com base no que o cliente precisa comprovar: inspeção periódica de estrutura, requisito de seguradora, sociedade classificadora ou órgão regulador. O relatório é assinado por responsável técnico e organizado para ser anexado ao processo do cliente. Informe a norma ou o procedimento exigido no pedido de orçamento.

O que recebo ao final?

Vídeo georreferenciado, relatório fotográfico, mapa de anomalias e laudo técnico assinado. Quando o sonar é usado, as imagens acústicas entram no relatório. Os dados brutos ficam com o cliente para comparação em inspeções futuras.

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