USV Hi-Target iBoat BS15 operado pela WAMS no Rio de Janeiro

Contratação

Empresa de batimetria no Brasil

A WAMS é uma empresa de batimetria com sede no Rio de Janeiro e atuação em todo o Brasil. Executa levantamento batimétrico monofeixe e multifeixe para portos, empresas de dragagem, hidrelétricas, projetos de cabos e dutos e órgãos ambientais, com processamento, redução ao datum e relatório técnico assinado.

Batimetria é a medição da profundidade e do relevo do fundo. Na batimetria monofeixe, o ecobatímetro mede um ponto por vez ao longo de linhas planejadas; na multifeixe, o transdutor abre um leque de feixes e cobre uma faixa contínua do fundo, com densidade muito maior de pontos. A WAMS é inscrita no CEELH do CHM, o Cadastro de Entidades Executantes de Levantamentos Hidrográficos do Centro de Hidrografia da Marinha, e trabalha nas categorias A e B da NORMAM-501 e nas ordens da IHO S-44.

Serviço

Serviços de batimetria: monofeixe e multifeixe

A batimetria monofeixe é indicada para levantamentos de linha, controle de profundidade em pontos definidos e projetos em que a densidade de dados exigida é menor. Ela cobre o fundo ao longo das linhas de sondagem planejadas e entrega perfis e cartas com bom custo de aquisição em áreas simples.

A batimetria multifeixe cobre o fundo de forma contínua, sem lacunas entre as linhas, e é a escolha quando o projeto precisa de detecção de feições, cálculo preciso de volume ou controle rigoroso de dragagem. A WAMS opera o multifeixe com o ecobatímetro Norbit Winghead i77h e, em águas rasas, com o HydroBeam M4 no USV Hi-Target iBoat BS15. A varredura multifeixe entrega uma superfície densa do fundo, base para modelo digital de terreno e volumes.

A escolha entre as duas técnicas depende do objetivo, da profundidade e da norma exigida. Em canais de acesso, berços e áreas de dragagem, a multifeixe é a mais usada; em levantamentos de reconhecimento e em corpos d'água rasos e simples, a monofeixe resolve. A decisão é fechada na proposta, a partir do escopo.

Superfície batimétrica de levantamento multifeixe na Baía de Guanabara, com cores por profundidade, sobreposta a imagem de satélite.

Onde a batimetria é aplicada

Em portos e dragagem, a batimetria serve para projetar e fiscalizar dragagens, medir o volume de material removido e comprovar a profundidade de canais e berços em levantamentos pré e pós-dragagem. Em hidrelétricas e reservatórios, o levantamento batimétrico gera a curva cota-volume e acompanha o assoreamento entre campanhas.

Em projetos de cabos submarinos e de dutos, a batimetria define o relevo da rota e combina com varredura lateral e perfilador de subfundo para identificar obstáculos e camadas sedimentares. Em meio ambiente e saneamento, o levantamento apoia emissários, canais e áreas de disposição, além do monitoramento de mudanças no fundo.

Tecnologia: USV Exail DriX e Hi-Target iBoat BS15

A WAMS é a única empresa no Brasil a operar o USV Exail DriX. O DriX H-8 é uma plataforma não tripulada de 7,71 m, com casco wave-piercing e gôndola de sensores a 2 m abaixo da linha d'água, o que mantém o transdutor multifeixe longe da agitação da superfície e melhora a qualidade do dado. Navega de 4 a 14 nós, tem autonomia de até 10 dias a 4 nós e opera sob supervisão remota, com navegação inercial Exail.

O DriX é a plataforma indicada para áreas extensas, canais movimentados e trechos offshore, onde a autonomia e a operação sob supervisão remota permitem campanhas contínuas com a tripulação fora da área de operação. Nele, o multifeixe pode trabalhar na mesma passagem que o perfilador de subfundo.

Para águas rasas, a WAMS opera o USV Hi-Target iBoat BS15. É um USV compacto, lançado de margem ou de píer, com ecobatímetro multifeixe HydroBeam M4 ou ADCP iFlow RP600, para bacias portuárias, rios e reservatórios onde um barco maior não entra. Embarcações tripuladas seguem disponíveis quando o escopo exige reboque de sensores ou operação conjunta com ROV.

USV Exail DriX próximo à orla na Baía de Guanabara, mastro com antenas e casco vermelho.

Normas, categorias e documentação

O levantamento batimétrico no Brasil segue a NORMAM-501, da Diretoria de Hidrografia e Navegação, e o padrão internacional IHO S-44. A NORMAM-501 define as categorias A e B; a IHO S-44 define as ordens de levantamento (Ordem Especial, 1a, 1b e 2), que fixam os limites de incerteza aceitáveis conforme o uso da área. A norma e a ordem exigidas orientam o plano de linhas, os sensores e o controle de qualidade.

A WAMS é inscrita no CEELH do CHM, requisito de habilitação técnica mais comum nos editais de levantamento hidrográfico. Cada campanha é entregue com relatório técnico assinado por responsável técnico, documentação de calibração dos sensores e memória de cálculo de incerteza, no formato exigido pela NORMAM-501 quando o trabalho será submetido à Marinha. Para licitações, a empresa fornece a documentação fiscal, trabalhista e os atestados disponíveis.

  • · Levantamento batimétrico categorias A e B (NORMAM-501)
  • · Ordens da IHO S-44 (Especial, 1a, 1b, 2)
  • · Inscrição no CEELH do CHM
  • · Relatório assinado, calibração e memória de incerteza

Como contratar: o que enviar para orçamento

Para preparar uma proposta, a WAMS precisa de poucos dados: a localização e a área a ser levantada (polígono ou coordenadas dos limites), a faixa de profundidade esperada, a finalidade do levantamento (dragagem, cota-volume, rota de duto, entre outras), a norma e a ordem exigidas e o prazo. Se houver termo de referência ou edital, ele substitui a maior parte dessas perguntas.

Com o escopo em mãos, a equipe define a técnica (monofeixe ou multifeixe), a plataforma (DriX, iBoat BS15 ou embarcação tripulada), os sensores, o plano de linhas e o datum, e envia a proposta técnica e comercial. Depois da contratação, seguem a mobilização e a calibração em campo, a aquisição com controle de qualidade em tempo real, o processamento e a emissão do relatório e dos produtos digitais.

Entregáveis

O que você recebe

Para licitações e órgãos públicos

A WAMS (razão social W.A. Marítimos Serviços Ltda., CNPJ 51.952.954/0001-35, Rio de Janeiro/RJ) está inscrita no Cadastro de Entidades Executantes de Levantamentos Hidrográficos (CEELH) do Centro de Hidrografia da Marinha (CHM). Atendemos empresas e órgãos públicos com documentação técnica e fiscal para processos de contratação e fornecemos relatórios assinados conforme o escopo do projeto.

Executamos levantamentos conforme NORMAM-501/DHN e IHO S-44, incluindo o primeiro levantamento de Ordem Especial com USV no Brasil.

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Perguntas frequentes

Perguntas frequentes

O que é batimetria?

Batimetria é a medição da profundidade e do relevo do fundo de portos, rios, reservatórios e áreas marítimas. O resultado é usado para cartas e plantas batimétricas, modelo digital de terreno, cálculo de volumes e controle de dragagem e de assoreamento.

Qual a diferença entre batimetria monofeixe e multifeixe?

Na monofeixe, o ecobatímetro mede um ponto por vez ao longo de linhas planejadas, o que é suficiente para levantamentos simples e de reconhecimento. Na multifeixe, o transdutor abre um leque de feixes e cobre o fundo de forma contínua, com densidade muito maior de pontos, indicada para dragagem, cálculo de volume e detecção de feições.

Quem pode executar um levantamento batimétrico oficial?

Levantamentos que serão submetidos à Marinha devem ser executados por entidade inscrita no CEELH do CHM e seguir a NORMAM-501. A WAMS é inscrita no CEELH do CHM e executa levantamentos nas categorias A e B, com relatório assinado por responsável técnico.

De que depende o prazo de um levantamento batimétrico?

O prazo depende do tamanho e da profundidade da área, da técnica escolhida, da ordem de precisão exigida, das condições de mar e da necessidade de submissão à Marinha. A plataforma também influencia: o DriX cobre áreas extensas em campanha contínua. O prazo é estimado na proposta, a partir do escopo.

Quais são os entregáveis de um serviço de batimetria?

Cartas e plantas batimétricas, modelo digital de terreno, superfícies 3D, seções transversais, cálculo de volumes e relatório técnico assinado com documentação de calibração. Os dados são entregues em formatos como XYZ, GeoTIFF, DWG e S-57 quando aplicável.

A batimetria multifeixe é necessária em todo projeto?

Não. A multifeixe é indicada quando o projeto precisa de cobertura contínua do fundo, cálculo preciso de volume, controle de dragagem ou detecção de feições. Em levantamentos de reconhecimento e em corpos d'água rasos e simples, a monofeixe atende com menor custo de aquisição. A escolha é definida na proposta.

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